A mulher nasce com um número de óvulos que vão se perdendo durante a vida num processo que se chama atresia folicular, quando ocorre depleção de todo estoque de óvulos, os ovários entram em falência e as concentrações dos hormônios femininos caem. A menopausa é o nome que se dá à última menstruação, um episódio que ocorre aos 48 anos, em média, no Brasil. Já o climatério é a fase de transição do período reprodutivo, ou fértil, para o não reprodutivo na vida da mulher.

Com a diminuição dos hormônios femininos (estrogênio e progesterona) algumas mulheres podem apresentar alguns sintomas como: ondas de calor, secura vaginal, insônia, irritabilidade, diminuição da libido, entre outros.

A terapia de reposição hormonal é indicada para as mulheres que estão no climatério ou na menopausa e que sofrem com esses sintomas impactando na qualidade de vida.

Como o nome sugere, a terapia de reposição hormonal é uma reposição de hormônios que o corpo da mulher já não é mais capaz de sintetizar. São utilizadas baixas doses de estrogênios, na maioria das vezes, combinados com progestágenos, que podem ser administrados por via oral, por adesivos, gel transdérmico ou por via vaginal.

Existem contra indicações para terapia de reposição hormonal, no entanto, atualmente as contra indicações são em número pequeno.

A escolha do tipo de hormônio, assim como a via de administração é individualizada de acordo com a necessidade de cada mulher, bem como o conhecimento de doenças sistêmicas pré-existentes.

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